Equitação - diamang
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1956 - Cavalos a bordo do Pátria 
 Valão - Grande e preto;- Violino - castanho claro e de crina e cauda douradas ; Azedo - Cinzento malhado; Azal - Pequeno e branco.

Creio que o Azedo e Azal foram os últimos cavalos vindos do Puto. Depois o Sr. Bonito (...) foi à África do Sul buscar o Inge (novinho, belíssimo e pouco trabalhado) e a Hialurgia (égua puro-sangue Inglês, ex-corredora) que andava que não era fácil... O fartámo-nos de gozar com estes dois - fazíamos corridas no ex-campo-de-golfe à frente da K-18. E, guiados pelo Bonito, treinámos o Inge para começar a fazer alta escola. Tenho uma vaga memória dum Jalopy que talvez também tenha vindo da A. do Sul, alguém se lembra?? Por esta altura já os garranos não eram montados (excepto pelo Pipas , Zé Santos Sousa e eu, donde a história que já vos contei do Zé ser perseguido por um dos tais garranos...) - também não me lembro dos nomes deles. O Azal e o Inge eram os meus cavalos preferidos, passei muitas horas na cavalariça com eles... Luís a história de eu ir parar ao hospital passou-se ao princípio (meados da década de 60) com uns animais (parece-me que havia 2) que não eram cavalos nem garranos, antes pelo contrário (provávelmente fruto de trancadas furtivas cavalo/garrana quando o Bonito não estava a ver...). Uma destas bestas deu uma pirueta tal que eu caí entre as patas traseiras do bicho e como ele continuou a escoicear esfolou-me as costelas... O Dique era um cavalo castanho, pequeno e, como dizes, bera como a cobras. O que está na foto com o Zé Tó Macedo Simões era uma pileca de primeira, muito querido do Zé Santos Sousa, mas não me consigo lembrar do nome dele (não era Azalão...). Victor Valente

1956 - Cavalos a bordo do Pátria
Valão - Grande e preto;- Violino - castanho claro e de crina e cauda douradas ; Azedo - Cinzento malhado; Azal - Pequeno e branco.

Creio que o Azedo e Azal foram os últimos cavalos vindos do Puto. Depois o Sr. Bonito (...) foi à África do Sul buscar o Inge (novinho, belíssimo e pouco trabalhado) e a Hialurgia (égua puro-sangue Inglês, ex-corredora) que andava que não era fácil... O fartámo-nos de gozar com estes dois - fazíamos corridas no ex-campo-de-golfe à frente da K-18. E, guiados pelo Bonito, treinámos o Inge para começar a fazer alta escola. Tenho uma vaga memória dum Jalopy que talvez também tenha vindo da A. do Sul, alguém se lembra?? Por esta altura já os garranos não eram montados (excepto pelo Pipas , Zé Santos Sousa e eu, donde a história que já vos contei do Zé ser perseguido por um dos tais garranos...) - também não me lembro dos nomes deles. O Azal e o Inge eram os meus cavalos preferidos, passei muitas horas na cavalariça com eles... Luís a história de eu ir parar ao hospital passou-se ao princípio (meados da década de 60) com uns animais (parece-me que havia 2) que não eram cavalos nem garranos, antes pelo contrário (provávelmente fruto de trancadas furtivas cavalo/garrana quando o Bonito não estava a ver...). Uma destas bestas deu uma pirueta tal que eu caí entre as patas traseiras do bicho e como ele continuou a escoicear esfolou-me as costelas... O Dique era um cavalo castanho, pequeno e, como dizes, bera como a cobras. O que está na foto com o Zé Tó Macedo Simões era uma pileca de primeira, muito querido do Zé Santos Sousa, mas não me consigo lembrar do nome dele (não era Azalão...). Victor Valente

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