Casamentos outros lupangos - diamang
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Peniche. 1975. ZÉLINHA E VITÓ VALENTE
Para todos aqueles que perguntam quem está na foto do casamento eu vou tentar identificá-los. Antes disso lembro que foi realizado em Portugal , Peniche, em 1975 a 3 de Setembro ( quando muitos estavam ainda a chegar a Portugal e ninguém sabia de ninguém) . A maior parte da malta apareceu só sem convite) ao saberem que ia haver casamento...foi sem dúvida a melhor prenda que tivémos de casamento!! Ao sairmos da Igreja cantaram o  "Uona-kuendé"(??).

Esquerda para a direita

1ª fila: David Luna, João Sergio (Henning Santos), Pedro Rios, Luis Mendes, Lita Rios, Isabel Sergio (Henning Santos), Sílvia, Zélinha e Vitó, Betinha Peleja, Paula ( 1* mulher do Rui), Rui Paulo, Moreira Rato.

2ª fila: Primo da Zelinha, Zé Cardoso, Victor Serraventoso, Bela Rios, Gaby Pernes (colega de Luanda), Beka, Isabel Reis, Lili Moreira Rato, Lurdes (mulher do Bilocas), Bilocas, Tó Mendes.

3ª fila: Zé Novo, Luis Valente, Lina Fazendeiro (amiga de Luanda e madrinha do Vito'), Isabel (Jaime) Santos, Pedro Cadete, Nando Cerejeira.

Falta o Jome' (Manuel Augusto) que foi parar ao hospital para refazer os pontos ( de tanto se rir , abriu os pontos que tinha na cara resultantes dum acidente de mota....)

 



E agora o testemunho de uma das convidadas, a Isabel Reis:

* 1º foi memorável a minha viagem com a Isabel santos, da Ericeira até Peniche 

a) sem prenda, descobrimos um magnifico penico de barro pintado, e que era pertença da casa alugada onde se passava as férias, o qual tinha de um lado uma floreca e do outro o seguinte dizer "esta noite é limpinho"; claro as pequenas acharam que nada como gamar o dito e levar de oferta; errado a mãe Jaime Santos (D.Helena) revistou-nos e pôs o penico no sitio....lá ficámos sem prenda .

b) havia que mudar de camioneta na Malveira....enganámo-nos saímos 2 paragens antes e ....foi correr a bom correr para conseguir apanhar a ligação.

c) chegadas a Peniche, não tínhamos nem morada, nem telefone....e Peniche era maior do que pensávamos; não faz mal - disse eu - o Beca é famoso em qualquer lugar... - estava certa! perguntámos ao homem da estação das camionetas o qual rapidamente disse ah! cabelo louro, meio comprido, louco com motos, anda sempre na bisga...exacto! - então não tem que enganar...sigam por ali, viram acolá, e é uma casa branca...blabla....; nada mais certo, fomos lá direitinhas! 

d) chegadas, foi aquela confusão do recordar e rever malta.

e)seguiu-se a cerimónia e a cantiga que ainda hoje visualizo na integra; confessem aí houve choro - colectivo - 

f) copo de agua regadissimo.

g) noivos deram o pira e...parece que se tinham esquecido de marcar sitio para essa noite o que deu alguma movimentação para pedirem a chave de uma casa nas Caldas e que era de um tio da Zélinha - certo? no dia seguinte o caminho eram as Berlengas... 

h) uns quantos ficámos nessa noite em casa dos pais da Zélinha; recordo de ficar no quarto do Beca, eu, o Beca, a Beta , a Isabel Santos e não me lembro quem mais, mas ficámos a "limpar" garrafas de whisky em cálices, tipo rodada, e a recordar feitos de passado recente..... 

i) na garagem estavam uns quantos rapazes e não sei muito bem a que propósito eu, do alto dos meus 65 kilos, salto a janela do quarto do Beca e vou chamar quem estava na garagem para se juntarem à farra; vem comigo o Serra....que teve um trabalhão pra me fazer subir novamente pela janela....acabou por fazer como se eu fosse montar a cavalo e por as mão em concha para eu dar o balanço e empoleirar-me no parapeito da janela. 

j) claro que a noite foi longa, a bebedeira memorável (durante 3 anos whisky nem o cheiro...mas já me curei).

k) na manhã seguinte o pai Moreira Rato veio buscar-me a mim e à Isabel Santos para nos levar até à Ericeira. 

l) viagem longa a ressaca era forte...foi um parar para água das pedras.... 

m) chegadas...tentámos o mais que podíamos ter um ar sóbrio....pois mas o pai Jaime Santos, era expert e assim que nos viu à porta teve esta frase: "oh Mª Helena, faz um cházinho que estas saíram debaixo da asa e mijaram fora do penico...estão aviadas carago.....é chá e canja para 2 dias...." e nós espantadas...como é que ele viu!!!!.... resumindo, ainda hoje não se encontrou tal penico e vocês ainda não tiveram a prenda mas como agora esta pequena anda feita artista, aqui fica a promessa de vos pintar um com o dito dizer....

Peniche. 1975. ZÉLINHA E VITÓ VALENTE
Para todos aqueles que perguntam quem está na foto do casamento eu vou tentar identificá-los. Antes disso lembro que foi realizado em Portugal , Peniche, em 1975 a 3 de Setembro ( quando muitos estavam ainda a chegar a Portugal e ninguém sabia de ninguém) . A maior parte da malta apareceu só sem convite) ao saberem que ia haver casamento...foi sem dúvida a melhor prenda que tivémos de casamento!! Ao sairmos da Igreja cantaram o "Uona-kuendé"(??).

Esquerda para a direita

1ª fila: David Luna, João Sergio (Henning Santos), Pedro Rios, Luis Mendes, Lita Rios, Isabel Sergio (Henning Santos), Sílvia, Zélinha e Vitó, Betinha Peleja, Paula ( 1* mulher do Rui), Rui Paulo, Moreira Rato.

2ª fila: Primo da Zelinha, Zé Cardoso, Victor Serraventoso, Bela Rios, Gaby Pernes (colega de Luanda), Beka, Isabel Reis, Lili Moreira Rato, Lurdes (mulher do Bilocas), Bilocas, Tó Mendes.

3ª fila: Zé Novo, Luis Valente, Lina Fazendeiro (amiga de Luanda e madrinha do Vito'), Isabel (Jaime) Santos, Pedro Cadete, Nando Cerejeira.

Falta o Jome' (Manuel Augusto) que foi parar ao hospital para refazer os pontos ( de tanto se rir , abriu os pontos que tinha na cara resultantes dum acidente de mota....)





E agora o testemunho de uma das convidadas, a Isabel Reis:

* 1º foi memorável a minha viagem com a Isabel santos, da Ericeira até Peniche

a) sem prenda, descobrimos um magnifico penico de barro pintado, e que era pertença da casa alugada onde se passava as férias, o qual tinha de um lado uma floreca e do outro o seguinte dizer "esta noite é limpinho"; claro as pequenas acharam que nada como gamar o dito e levar de oferta; errado a mãe Jaime Santos (D.Helena) revistou-nos e pôs o penico no sitio....lá ficámos sem prenda .

b) havia que mudar de camioneta na Malveira....enganámo-nos saímos 2 paragens antes e ....foi correr a bom correr para conseguir apanhar a ligação.

c) chegadas a Peniche, não tínhamos nem morada, nem telefone....e Peniche era maior do que pensávamos; não faz mal - disse eu - o Beca é famoso em qualquer lugar... - estava certa! perguntámos ao homem da estação das camionetas o qual rapidamente disse ah! cabelo louro, meio comprido, louco com motos, anda sempre na bisga...exacto! - então não tem que enganar...sigam por ali, viram acolá, e é uma casa branca...blabla....; nada mais certo, fomos lá direitinhas!

d) chegadas, foi aquela confusão do recordar e rever malta.

e)seguiu-se a cerimónia e a cantiga que ainda hoje visualizo na integra; confessem aí houve choro - colectivo -

f) copo de agua regadissimo.

g) noivos deram o pira e...parece que se tinham esquecido de marcar sitio para essa noite o que deu alguma movimentação para pedirem a chave de uma casa nas Caldas e que era de um tio da Zélinha - certo? no dia seguinte o caminho eram as Berlengas...

h) uns quantos ficámos nessa noite em casa dos pais da Zélinha; recordo de ficar no quarto do Beca, eu, o Beca, a Beta , a Isabel Santos e não me lembro quem mais, mas ficámos a "limpar" garrafas de whisky em cálices, tipo rodada, e a recordar feitos de passado recente.....

i) na garagem estavam uns quantos rapazes e não sei muito bem a que propósito eu, do alto dos meus 65 kilos, salto a janela do quarto do Beca e vou chamar quem estava na garagem para se juntarem à farra; vem comigo o Serra....que teve um trabalhão pra me fazer subir novamente pela janela....acabou por fazer como se eu fosse montar a cavalo e por as mão em concha para eu dar o balanço e empoleirar-me no parapeito da janela.

j) claro que a noite foi longa, a bebedeira memorável (durante 3 anos whisky nem o cheiro...mas já me curei).

k) na manhã seguinte o pai Moreira Rato veio buscar-me a mim e à Isabel Santos para nos levar até à Ericeira.

l) viagem longa a ressaca era forte...foi um parar para água das pedras....

m) chegadas...tentámos o mais que podíamos ter um ar sóbrio....pois mas o pai Jaime Santos, era expert e assim que nos viu à porta teve esta frase: "oh Mª Helena, faz um cházinho que estas saíram debaixo da asa e mijaram fora do penico...estão aviadas carago.....é chá e canja para 2 dias...." e nós espantadas...como é que ele viu!!!!.... resumindo, ainda hoje não se encontrou tal penico e vocês ainda não tiveram a prenda mas como agora esta pequena anda feita artista, aqui fica a promessa de vos pintar um com o dito dizer....

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